Anúncio das nossas recomendações de instituições de caridade de 2020 | Animal Charity Evaluators

Todos os anos, a Animal Charity Evaluators (ACE) investe vários meses na avaliação de organizações de defesa dos animais para encontrar aquelas que estão trabalhando de forma eficaz e que são capazes de fazer o maior bem com doações adicionais. O nosso objetivo é ajudar as pessoas a ajudar os animais, proporcionando oportunidades de doação de impacto que reduzam o sofrimento o máximo possível. Este ano, temos o prazer de anunciar que as Melhores Instituições de Caridade selecionadas são quatro:
A Fundação Albert Schweitzer, o Instituto Good Food e The Humane League mantiveram o lugar que tinham como melhores no ano passado e – pela primeira vez – a Wild Animal Initiative se juntou a elas!

Biologia do bem-estar

A biologia do bem-estar é uma proposta de um campo de pesquisa dedicado ao estudo do bem-estar dos animais em geral e centrado especialmente em animais em seus ecossistemas naturais. O campo da biologia do bem-estar iria informar as medidas destinadas a ajudar os animais e as políticas de gestão ambiental, e proporcionar a esta causa a atenção e o reconhecimento que necessita.

Algumas considerações cruciais sobre o Sofrimento de Animais Selvagens

Uma “consideração crucial” — um termo inventado por Nick Bostrom — é um elemento de prova que muda radicalmente o valor da busca de uma determinada intervenção ou área de interesse. Como se sabe tão pouco sobre a melhor maneira de buscar o bem-estar dos animais selvagens, há muitas considerações cruciais, e ter opiniões diferentes sobre elas pode mudar radicalmente as intervenções que se apoia e quão custo-eficazes elas serão.

O problema dos danos naturais

O que devemos fazer em relação à situação dos animais não humanos selvagens que se encontram no território natural e são prejudicados por processos não antropogênicos, como por exemplo fome, sede, doenças, parasitismo e desastres naturais? Deveríamos não interferir em suas vidas e apenas evitar danos decorrentes de práticas humanas? Isto é, deveríamos “deixar a natureza seguir o seu curso”? Ou, será que deveríamos intervir apenas quando fazê-lo for necessário para realizar interesses humanos ou para atingir metas ecologistas? Ou, ao invés, deveríamos ajudá-los por preocupação com o seu próprio bem?