Se quer discordar do altruísmo eficaz, será necessário que discorde de uma destas 3 afirmações

O altruísmo eficaz é frequentemente motivado pelo apelo ao argumento do lago de Peter Singer.

Isso é bom porque é um argumento forte, concreto e bem estudado. No entanto, existem duas desvantagens (i) associa o altruísmo eficaz ao desenvolvimento internacional (ii) dá a entender que se pode refutar a importância do altruísmo eficaz ao refutar o argumento do lago.

De facto, a importância do altruísmo eficaz é muito mais robusta do que o argumento do lago.

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Fundo Eficaz de Defesa Animal

O Fundo Eficaz de Defesa Animal é para aqueles que desejam maximizar o impacto de sua doação. As contribuições para esse fundo serão distribuídas pelas principais instituições de caridade, pelas que se destacam, por outras instituições ou programas de caridade promissores que a nossa pesquisa indique que obterão o melhor resultado possível no momento da distribuição e/ou para a própria pesquisa da ACE [Animal Charity Evaluators]

Quais são os problemas morais mais importantes do nosso tempo?

De todos os problemas que a humanidade enfrenta, em quais devemos concentrar-nos para resolver primeiro? Numa palestra convincente sobre como tornar o mundo melhor, o filósofo moral Will MacAskill apresenta um enquadramento para responder a essa questão com base na filosofia do “altruísmo eficaz” ‒ e partilha ideias para enfrentar três questões globais prementes.

Relatório sobre a eficácia de protestos

Protestos são uma forma de intervenção frequentemente usada na defesa dos animais. Estimamos que entre 40 e 80 protestos pela defesa dos animais ocorram a cada semana apenas nos EUA. Apesar de sua predominância, o propósito e os efeitos de protestos não são bem compreendidos. Um equívoco comum é pensar que com os protestos se pretende mudar a opinião pública; na verdade, organizadores frequentemente relatam que com os protestos se pretende interromper o atual estado de coisas a fim de estimular mais mudanças sistêmicas.

A psicologia do especismo: como privilegiamos certos animais em vez de outros

Nosso relacionamento com os animais é complexo. Há alguns animais que tratamos bem, cuidamos deles como animais de estimação, damo-lhes nomes e levamo-los ao veterinário quando estão doentes. Outros, em contraste, parecem não merecer esse estatuto privilegiado; são usados como objetos para consumo humano, no comércio, em experiências como sujeitos involuntários, como equipamentos industriais ou como fontes de entretenimento. Cães valem mais do que porcos, cavalos mais do que vacas, gatos mais do que ratos e, de longe, a espécie mais digna de todas é a nossa. Filósofas e filósofos têm-se referido a esse fenômeno de discriminar indivíduos com base na sua pertença a uma espécie como especismo (Singer, 1975). Algumas pessoas têm argumentado que o especismo é uma forma de preconceito análoga ao racismo ou ao sexismo.