A natureza não nos diz nada sobre o veganismo

Já usou o argumento de que os nossos corpos não foram feitos para comer carne? Stephen Fenwick-Paul acredita que tais “apelos à natureza” podem não servir de ajuda e propõe alternativas ao debater com pessoas que não são veganas.

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Conselhos sobre doações: Pecuária industrial, por que razão?

O sofrimento animal em nosso mundo é imenso e diversificado. Mas a magnitude do sofrimento causado ​​pelos seres humanos infligido aos animais da pecuária industrial, supera todas as outras categorias. Para cada cão ou gato submetido à eutanásia em um abrigo, cerca de 3 400 animais da pecuária são confinados e abatidos.

Relatório sobre a eficácia de protestos

Protestos são uma forma de intervenção frequentemente usada na defesa dos animais. Estimamos que entre 40 e 80 protestos pela defesa dos animais ocorram a cada semana apenas nos EUA. Apesar de sua predominância, o propósito e os efeitos de protestos não são bem compreendidos. Um equívoco comum é pensar que com os protestos se pretende mudar a opinião pública; na verdade, organizadores frequentemente relatam que com os protestos se pretende interromper o atual estado de coisas a fim de estimular mais mudanças sistêmicas.

A psicologia do especismo: como privilegiamos certos animais em vez de outros

Nosso relacionamento com os animais é complexo. Há alguns animais que tratamos bem, cuidamos deles como animais de estimação, damo-lhes nomes e levamo-los ao veterinário quando estão doentes. Outros, em contraste, parecem não merecer esse estatuto privilegiado; são usados como objetos para consumo humano, no comércio, em experiências como sujeitos involuntários, como equipamentos industriais ou como fontes de entretenimento. Cães valem mais do que porcos, cavalos mais do que vacas, gatos mais do que ratos e, de longe, a espécie mais digna de todas é a nossa. Filósofas e filósofos têm-se referido a esse fenômeno de discriminar indivíduos com base na sua pertença a uma espécie como especismo (Singer, 1975). Algumas pessoas têm argumentado que o especismo é uma forma de preconceito análoga ao racismo ou ao sexismo.

Introdução ao Altruísmo Eficaz

A maioria de nós quer fazer a diferença. Vemos o sofrimento, a injustiça e a morte, e somos levados a fazer algo sobre isso. Mas descobrir o que será esse “algo” é um problema difícil, e ainda mais difícil é fazê-lo.

Que causa deve apoiar caso queira realmente fazer a diferença? Quais serão as escolhas de carreira que o ajudarão a fazer uma contribuição significativa? Quais serão as instituições de caridade que usarão as suas doações eficazmente? Se não escolher bem, arriscará perder o seu tempo e o seu dinheiro. Mas se escolher de forma inteligente, tem uma enorme hipótese de melhorar o mundo.

Este grupo de reflexão quer acabar com a pecuária industrial

O Sentience Institute acredita que pode encontrar na história dos movimentos sociais as respostas para os problemas de hoje.

Houve tempos em que cultivar carne em laboratório para consumo humano era coisa de ficção científica, mas ela está aqui, agora. As empresas de alimentos em todo o mundo estão desenvolvendo carne cultivada, que é feita a partir de estruturas celulares em um laboratório em vez de em animais, e não demorará muito para estar nas prateleiras das lojas. A carne promete ser mais ética do que comer vegetais e menos prejudicial para o meio ambiente do que a pecuária industrial (embora isso não signifique que alguém irá querer comê-la).

Por que a maioria das pessoas não se importa com o sofrimento dos animais selvagens

Várias intuições, tais como o viés do status quo, a “crença no mundo justo” e a ausência de dano intencional, impedem que as pessoas encarem o sofrimento dos animais selvagens do modo sério como esse assunto deveria ser tratado. Felizmente, os movimentos mais progressistas têm conseguido superar preconceitos arraigados, restando, portanto, esperança para o movimento em favor da redução do sofrimento dos animais selvagens.