A Gota no Oceano

O tamanho das injustiças sociais do mundo costuma provocar uma atitude de descrença face ao nosso impacto. Afinal de contas, o que é que eu, uma única pessoa e nada especial, poderia fazer? A gota no oceano é a imagem evocada para representar essa impotência de ações individuais.
No que se segue vamos analisar essa questão a partir do ponto de vista do indivíduo que não é um grande agente, a fim de ter uma visão mais clara do que podemos e do que devemos fazer enquanto gotas no oceano.

O Precipício: Riscos Existenciais e o Futuro da Humanidade

Neste livro oportuno, Toby Ord defende que há uma probabilidade em seis de que a humanidade irá sofrer uma catástrofe existencial nos próximos 100 anos, e que minimizar esse risco deve ser uma das maiores prioridades a nível global. Vivemos numa época de elevado risco existencial, devido a tecnologias tão poderosas como as armas nucleares, a biotecnologia e a inteligência artificial. Ord chama a esta época “o Precipício”. É uma época insustentável: a humanidade não pode continuar a jogar à roleta russa. A menos que em breve alcancemos um nível muito mais elevado de segurança existencial, iremos destruir-nos.

Fazer Campanha Animal Eficaz: conhecimento atual e princípios orientadores

Fazer campanha animal eficaz significa maximizar o sofrimento evitado por cada dólar que gastamos. Recentemente, um relatório de avaliação da pesquisa pela Vegan Society forneceu recomendações para a criação de campanhas mais eficazes, com base em pesquisas produzidas principalmente por: Faunalytics Animal Tracker, Animal Charity Evaluators, Humane League Labs e Mercy For Animals.
Aqui está o que eles descobriram.

Equívocos sobre o altruísmo eficaz

O altruísmo eficaz é geralmente mal compreendido, mesmo entre os seus defensores.
Na verdade, o altruísmo eficaz não se trata de uma qualquer maneira específica de fazer o bem.
Em vez disso, a ideia central é que algumas maneiras de contribuir para o bem comum são muito mais eficazes do que o normal.

Um novo estudo descobriu que dar tratamento desparasitante às crianças ainda lhes traz benefícios 20 anos depois

Este ano, Miguel e Kremer, juntamente com os co-autores, voltaram à amostra original do Quénia na qual descobriram pela primeira vez os impactos das campanhas de desparasitação em massa que potencialmente mudam vidas. Acompanhando os participantes originais 20 anos mais tarde, pretendiam responder à pergunta: Os benefícios que descobriram inicialmente com o tratamento desparasitante na infância — que incluía mais tempo na escola e maior rendimento em adultos — continuam a notar-se?
Num novo artigo publicado em 3 de Agosto, descobriram que sim.