Resumo da pesquisa: A experiência subjetiva do tempo

Se você já teve a infelicidade de sofrer um acidente de carro, de lutar em uma zona de guerra ou de ser atacado por um animal selvagem, talvez já esteja familiarizado com as aparentes diferenças na experiência subjetiva do tempo. Quando confrontados com circunstâncias de risco de vida, os seres humanos relatam frequentemente que o tempo parece mais lento.
Há evidências empíricas intrigantes de que indivíduos de espécies diferentes diferem em sua experiência do tempo.
Essas diferenças – se existirem – afetariam o valor moral das experiências.

Uma sala de estar, um bar e uma sala de aula: é assim que o coronavírus contagia pelo ar

O risco de contágio é mais alto em interiores, mas é possível minimizá-lo caso se usem todas as medidas disponíveis para combater a infecção devido aos aerossóis [partículas da respiração que podem permanecer suspensas no ar por horas]. Apresentamos as probabilidades de infecção nestes três cenários do quotidiano [uma sala de estar, um bar e uma sala de aula] dependendo da ventilação, das máscaras e da duração do encontro…

O homem que quer salvar a humanidade de um inverno nuclear

Denkenberger é professor assistente de engenharia mecânica na Universidade de Alaska Fairbanks, e aquilo que pensa sobre cenários apocalípticos levou-o a um projecto pessoal quixotesco: descobrir como se garante que ninguém morre à fome no seguimento de uma catástrofe natural como [uma erupção supervulcânica] ou uma catástrofe criada pelo homem, como um inverno nuclear.
[…] O mundo não tem muitos alimentos armazenados na eventualidade de um desastre em grande escala.

As Gotas nas Ondas do Oceano

Se a soma de ações individuais gera consequências grandes sentidas por todos, é necessário (ou, pelo menos, do interesse do indivíduo) mudar as ações do maior número de indivíduos possível, incluindo a dos atores desproporcionalmente grandes. A questão que se segue é como fazer isso.