Como ajudar os refugiados para além da Ucrânia

No mundo, o número de pessoas deslocadas à força atingiu um nível recorde — 84 milhões na contagem do ano passado, mais do que toda a população da Alemanha e mais do dobro do número de uma década atrás. Estão a fugir das suas casas por razões que vão desde violações dos direitos humanos (como no Afeganistão) a fomes e inundações impulsionadas pelas alterações climáticas (como no Sudão do Sul). 

Mas, dependendo de quem são estas pessoas deslocadas e de onde vêm, o mundo tende a olhar para elas de forma muito diferente.

Adoptar a abordagem do “recorde pessoal” nos negócios e na filantropia

Depois de ver a minha filha a aplicar com sucesso esta estratégia do “recorde pessoal” como nadadora competitiva, acabei por aplicá-la vantajosamente na minha própria vida profissional […].
Desde então, reformei-me e tornei-me num defensor da filantropia eficaz e da organização sem fins lucrativos The Life You Can Save, que co-fundei há 10 anos com o especialista em ética mundialmente conhecido, Peter Singer. E, sem surpresas, descobri que a estratégia do “recorde pessoal” é aplicável ao mundo da filantropia.

Desde então, reformei-me e tornei-me, a tempo inteiro, num defensor da filantropia eficaz e da organização sem fins lucrativos The Life You Can Save, que co-fundei há 10 anos com o especialista em ética mundialmente conhecido, Peter Singer. E, sem surpresas, descobri que a estratégia do “recorde pessoal” é aplicável ao mundo da filantropia.

Eis porque estamos na melhor posição na História para fazer o bem

Em comparação com apenas há 200 anos, fizemos progressos extraordinários na nossa capacidade de ajudar os outros, mas os doadores de hoje em dia muitas vezes não aproveitam esta oportunidade em pleno. E isso é um enorme problema. Felizmente, podemos resolvê-lo, reconhecendo que estamos numa posição melhor para fazer o bem do que qualquer geração antes de nós, e depois passar à acção.