Uma sala de estar, um bar e uma sala de aula: é assim que o coronavírus contagia pelo ar

O risco de contágio é mais alto em interiores, mas é possível minimizá-lo caso se usem todas as medidas disponíveis para combater a infecção devido aos aerossóis [partículas da respiração que podem permanecer suspensas no ar por horas]. Apresentamos as probabilidades de infecção nestes três cenários do quotidiano [uma sala de estar, um bar e uma sala de aula] dependendo da ventilação, das máscaras e da duração do encontro…

O homem que quer salvar a humanidade de um inverno nuclear

Denkenberger é professor assistente de engenharia mecânica na Universidade de Alaska Fairbanks, e aquilo que pensa sobre cenários apocalípticos levou-o a um projecto pessoal quixotesco: descobrir como se garante que ninguém morre à fome no seguimento de uma catástrofe natural como [uma erupção supervulcânica] ou uma catástrofe criada pelo homem, como um inverno nuclear.
[…] O mundo não tem muitos alimentos armazenados na eventualidade de um desastre em grande escala.

A poluição do ar é muito pior do que pensávamos

Dos anos 70 até ao início do século XXI, a luta contra os combustíveis fósseis foi uma luta contra a poluição, especialmente a poluição do ar.
Nas décadas seguintes, a atenção desviou-se para o aquecimento global e os combustíveis fósseis foram maioritariamente recontextualizados como um problema climático.
As provas são, neste momento, suficientemente claras para que se possa afirmar de forma inequívoca: Valeria a pena libertarmo-nos dos combustíveis fósseis mesmo que o aquecimento global não existisse.

Estamos a fazer o suficiente para impedir a extinção humana?

A probabilidade de a humanidade se extinguir num futuro próximo é baixa — mas não é nula. E, a menos que nos preparemos de imediato, podemos acabar por fazer com que uma catástrofe à qual conseguiríamos sobreviver se torne numa que garanta a desgraça para todos nós.
Esse é o argumento principal de End Times: A Brief Guide to the End of the World [Fim dos tempos: um breve guia para o fim do mundo], um novo livro de Bryan Walsh, detalhado, aterrorizador, mas, em última análise, esperançoso.