A reunião mais mortífera da história (GWWC)

Em maio de 1955, 150 representantes de quase todos os países reuniram-se para tentar fazer algo que nunca antes tinha sido feito: erradicar a malária em todo o mundo. Segundo uma estimativa, a malária matou 5% de todas as pessoas que já viveram. Estiveram quase a conseguir. Mas optaram, em vez disso, por salvar um mundo que não incluía centenas de milhões de pessoas em África.

Atingimos 10 000 🔶Compromissos de 10%!

O que começou com dois filósofos numa sala cresceu e transformou-se num movimento global incrível […].  

São agora 10 000 pessoas que se comprometeram publicamente a doar 10% do seu rendimento vitalício a instituições de caridade de grande impacto. Isso representa mais de mil milhões de dólares em rendimentos vitalícios para resolver alguns dos problemas mais urgentes do mundo!

“Quanto doar” é uma questão pragmática 

Embora os altruístas eficazes falem muito sobre princípios, penso que esta é essencialmente uma questão pragmática. Para mim, a escala dos problemas do mundo é esmagadora; ninguém tem dinheiro suficiente para eliminar a pobreza, as doenças ou os riscos de nos extinguirmos. Isto não quer dizer que os donativos não sejam importantes — há muitas opções excelentes para melhorar o mundo — mas não há-de haver um ponto em que eu fique satisfeito e diga “Pronto! Já está feito”. Isto dá um forte incentivo intelectual para doar até ao ponto em que doar mais começaria a diminuir o meu impacto altruísta…