A reunião mais mortífera da história (GWWC)

Em maio de 1955, 150 representantes de quase todos os países reuniram-se na Cidade do México para tentar fazer algo que nunca antes tinha sido feito: erradicar a malária em todo o mundo, possivelmente a coisa mais mortífera da história da humanidade. Não se trata da doença mais mortífera, mas sim da coisa mais mortífera. Segundo uma estimativa, a malária matou 5% de todas as pessoas que já viveram. Estiveram quase a conseguir. A malária foi expulsa da maior parte do planeta (e é em parte por isso que estás vivo para ler esta mensagem). Mas quando esses homens se propuseram a salvar o mundo, não salvaram o mundo inteiro. Optaram, em vez disso, por salvar um mundo um pouco mais pequeno: um mundo que não incluía centenas de milhões de pessoas em África. Aquela reunião nunca deu origem a um livro. Nunca deu origem a um filme. Nem sequer tem a sua própria página na Wikipédia. No mês passado, informámos que o nosso primeiro documentário estava a caminho. Hoje, já está disponível e conta a história dessa reunião, os percalços que se seguiram (envolvendo, por incrível que pareça, JFK, a Guerra do Vietname e George W. Bush) e o motivo pelo qual agora é o momento ideal para concluir o trabalho. Por favor, veja o vídeo. Depois, se puder, faça um donativo. E quer faça ou não um donativo, por favor, partilhe o vídeo.  Não custa nada partilhar o vídeo e pode ser a coisa mais valiosa que  irá fazer hoje.


 Mais informações sobre as três acções abaixo. 

Com gratidão, James Rayton e a equipa da Giving What We Can  

Após seis meses de investigação, entrevistas a especialistas e análises aprofundadas de arquivos, o nosso membro Justin Portela explica por que razão a história da malária é, basicamente, a história de tudo.
O filme não termina com um sentimento de desespero, mas sim com a mensagem de esperança de que a malária é um tipo de problema especial. Sabemos exactamente como a prevenir, sabemos exactamente como a tratar e, segundo muitos cálculos, trata-se da forma mais custo-eficaz de salvar vidas.

Associámos o filme a uma campanha de angariação de fundos em givingwhatwecan.org/malaria. 100% das doações revertem a favor da Against Malaria Foundation e do Malaria Consortium, por intermédio do Fundo GWWC contra a Malária (GWWC Malaria Fund).As doações iniciais criam o impulso que motiva os visitantes que chegam mais tarde a contribuir; por isso, se tem vindo a ponderar fazer uma doação, contribuir agora poderá inspirar outros doadores.

Nos primeiros dias, o YouTube decide se o vídeo é mostrado a milhares ou a milhões de pessoas. Tens uma influência real nesse resultado:

  • Assista até ao fim, clique «gosto»/«curtida» e deixe um comentário (mesmo que seja curto). O tempo de visualização, a retenção dos espectadores e o envolvimento são extremamente importantes.
  • Partilhe o vídeo nos locais onde realmente conversa com as pessoas: um grupo do WhatsApp, uma publicação no LinkedIn ou um jantar em família. Uma frase pessoal sobre aquilo que o comoveu neste vídeo tem muito mais impacto do que qualquer texto de marketing que possamos escrever 🙂
  • Conhece alguém com uma audiência? Uma newsletter, um podcast, muitos seguidores? Gostaríamos que nos apresentasse essa pessoa. Basta responder a esta mensagem.

Elaborámos um pequeno guia com legendas prontas a copiar e colar, dicas sobre os momentos mais oportunos e o que funciona melhor em cada plataforma:

Motivações para assumir o compromisso GWWC 

Aqui estão algumas das nossas respostas favoritas de pessoas que assumiram um compromisso no mês passado: 



🔸Depois de testemunhar uma enorme pobreza durante uma viagem a Madagáscar, percebi a sorte incrível que tenho e como sou afortunada.

– Catherine Phipps

🇬🇧



🔹Para ajudar a combater as desigualdades globais e a fazer face ao risco moral na nossa casa comum chamada Terra.

– Raphael Arndt

🇩🇪



🔸Sinto-me motivado a assumir este compromisso hoje, pois acredito que aqueles que têm a capacidade de ajudar os outros devem fazê-lo. Mesmo uma pequena parte do meu rendimento pode fazer uma diferença significativa na vida daqueles que enfrentam a pobreza, a doença e outras adversidades. Ao assumir este compromisso, estou a alinhar as minhas ações com os meus valores e a contribuir para a criação de um mundo melhor para as gerações futuras.

– Bilal Mangi

🇵🇰



🔹Porque acredito que há outras pessoas e causas no mundo que precisam deste dinheiro mais do que eu.

– Christel van Dijk

🇳🇱



🔸Tive a sorte de ter tido um bom começo de vida, desde os meus pais, que sempre me apoiaram, até ao local onde vivo. Posso usar esta vantagem para retribuir e ajudar os outros.

– Warner Wilson

🇺🇸



🔹Quero retribuir e continuar a dar o que puder, enquanto puder.

– Ruan van Wyk

🇿🇦

Excerto da Newsletter da Giving What We Can, de 7 de Julho de 2026.

Tradução de José Oliveira🔸.


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