A reunião mais mortífera da história (GWWC)

Em maio de 1955, 150 representantes de quase todos os países reuniram-se para tentar fazer algo que nunca antes tinha sido feito: erradicar a malária em todo o mundo. Segundo uma estimativa, a malária matou 5% de todas as pessoas que já viveram. Estiveram quase a conseguir. Mas optaram, em vez disso, por salvar um mundo que não incluía centenas de milhões de pessoas em África.

Sobre a preocupação

A perda de uma vida humana, com todas as suas alegrias e tristezas, é trágica, independentemente da causa, e a tragédia não é menor só porque eu estava longe, ou porque não sabia, ou porque não sabia como ajudar, ou porque não era pessoalmente responsável.

Sabendo disso, preocupo-me com todos os indivíduos neste planeta. O problema é que o meu cérebro é simplesmente incapaz de pegar na quantidade de preocupação que sinto por uma única pessoa e multiplicá-la por mil milhões.

Devemos privilegiar o florescimento em vez da mera sobrevivência? Série Futuros Melhores.

Hoje, a Forethought e eu lançamos uma série de ensaios intitulada Better Futures (Futuros Melhores), aqui. Demorou cerca de oito anos a ficar pronta, por isso, estou muito feliz por finalmente ter sido lançada! Esta série questiona se, ao olharmos para o futuro, devemos concentrar-nos na sobrevivência ou no florescimento?

Na prática, os altruístas orientados para o futuro tendem a concentrar-se em garantir a nossa sobrevivência. No entanto, talvez devêssemos concentrar-nos antes no florescimento futuro. Porquê?

O que diz Toby Ord sobre a nova era da IA? [Breves do AE]

O progresso da IA está a abrandar? Apesar de se estar a chegar ao fim da era da IA mais inteligente, que consistia apenas em aumentar o seu tamanho, a resposta é, sem dúvida, não! Os modelos de IA continuam a tornar-se muito mais potentes, embora através de métodos bastante distintos. Perante estas mudanças técnicas fundamentais, não será necessário reavaliar profundamente o que nos reservam os próximos anos?

Este é o tópico central da entrevista de Toby Ord, filósofo de Oxford e fundador da organização filantrópica Giving What We Can, ao podcast das 80.000 Hours.