Nenhuma Temporada Improdutiva?

Sweatshop é um termo aplicado para se referir a todo tipo de trabalho extenuante em uma linha de produção com condições severas para os trabalhadores.
A situação gera um dilema porque, por um lado, as condições em que os empregados trabalham são péssimas, mas, por outro lado, essas fábricas parecem trazer algum bem tanto no nível individual quanto no coletivo. Porém, os resultados [de estudos] foram bem diferentes.

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A GiveWell está a explorar oportunidades de doação que são mais difíceis de medir

A GiveWell tornou-se influente no campo da filantropia, orientando as doações das pessoas que se identificam como altruístas eficazes, o que significa que estas procuram fazer o maior bem que podem com cada moeda que doam.

Agora, depois de mais de uma década de pesquisa, a organização está a expandir o seu âmbito ao explorar oportunidades “para potenciar recursos governamentais e afectar políticas governamentais”. E nos próximos três anos, a organização tem nos seus planos dobrar o tamanho da sua equipa de pesquisa, de 10 para 20 pessoas.

Como a pesquisa da GiveWell está a evoluir

Até hoje, a maior parte da capacidade de pesquisa da GiveWell tem-se concentrado em encontrar os programas de maior impacto entre aqueles cujos resultados podem ser medidos com rigor. Este trabalho levou-nos a recomendar e a direccionar várias centenas de milhões de dólares para instituições de caridade que melhoram a saúde, salvam vidas e aumentam o rendimento em países de baixos rendimentos.

Calcular o que não se pode saber: uma entrevista com James Snowden da GiveWell

Qual é o valor de se prevenir a morte de uma criança de 5 anos, em comparação com alguém de 20 anos, ou de 80 anos?

A comunidade de saúde global geralmente considera o valor como sendo proporcional ao número de anos de vida ajustados à saúde que a pessoa ainda terá – mas a GiveWell, uma das avaliadoras de instituições de caridade mais importantes do mundo, já não usa essa abordagem.

Como fazer o maior bem possível

Imagine que está a andar num parque e se depara com um menino a afogar-se num lago. Provavelmente não hesitaria em saltar para salvá-lo, mesmo que isso significasse estragar um par de sapatos caros. No entanto, caso leia uma reportagem sobre milhares de crianças a afogar-se devido a uma inundação num país distante, pode não se sentir obrigado a agir. O que poderia explicar esta falha de empatia aparentemente incongruente?