Anúncio do lançamento do Happier Lives Institute

Após meses de trabalho por parte de uma equipe de voluntários dedicada, tenho o prazer de anunciar o lançamento do Happier Lives Institute [Instituto Vidas Mais Felizes], uma nova organização de Altruísmo Eficaz que procura responder à pergunta: “Quais são as maneiras mais eficazes de usar os nossos recursos para fazer as outras pessoas mais felizes?”

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Medir a felicidade pode tornar o altruísmo mais eficaz?

A depressão ataca 350 milhões de pessoas por ano e a ansiedade ataca 146 milhões. O número de pessoas que vive em extrema pobreza é maior, são 702 milhões. Porém, há de se notar que enquanto os números de pessoas vivendo em pobreza extrema vem diminuindo anualmente, a tendência no caso das doenças mentais é o contrário; os casos vêm aumentando. Isso levou a alguns membros do AE a se preocuparem se as doenças mentais deviam entrar na lista de causas priorizadas pelo movimento.

O Altruísmo Eficaz e a Psicologia Moral

Não faz muito tempo, um jornalista entrou em contato comigo. Ele estava escrevendo uma reportagem sobre altruísmo e queria fazer uma entrevista sobre o Altruísmo Eficaz. Em seguida, ele perguntou do que se tratava o movimento. Eu, como de costume, comecei do começo. O AE é um movimento que parte de uma premissa muito simples e chega a conclusões muito contra-intuitivas na nossa relação com a ajuda ao outro. Como de costume, começar do começo não agradou.

Como podemos incentivar doações mais eficazes?

O Dr. Stefan Schubert fala sobre a PSICOLOGIA DO ALTRUÍSMO EFICAZ. As pessoas dão muito dinheiro à caridade, mas muitas vezes não escolhem apoiar as intervenções mais eficazes.Será que os doadores se importam muito com o impacto? Se for esse o caso, como podemos ajudá-los a doar com mais eficácia? Nesta palestra da EA Global 2018 em São Francisco, Stefan Schubert descreve descobertas recentes de pesquisas que ajudam a esclarecer essas questões.

Como levar os ricos a fazer doações

As pessoas ricas são idiotas egoístas. E os seus filhos também.

Pelo menos essa é a implicação de uma série de estudos psicológicos recentes. Em um estudo de 2015, por exemplo, crianças em idade pré-escolar foram informadas de que haviam ganhado fichas suficientes para obter “um prêmio magnífico”. Podiam guardar as fichas para si ou compartilhar as fichas com crianças de um hospital local que estavam demasiado doentes para ir ao laboratório. As crianças de famílias mais ricas ficaram com mais fichas para si…
Por que será assim?

A psicologia do especismo: como privilegiamos certos animais em vez de outros

Nosso relacionamento com os animais é complexo. Há alguns animais que tratamos bem, cuidamos deles como animais de estimação, damo-lhes nomes e levamo-los ao veterinário quando estão doentes. Outros, em contraste, parecem não merecer esse estatuto privilegiado; são usados como objetos para consumo humano, no comércio, em experiências como sujeitos involuntários, como equipamentos industriais ou como fontes de entretenimento. Cães valem mais do que porcos, cavalos mais do que vacas, gatos mais do que ratos e, de longe, a espécie mais digna de todas é a nossa. Filósofas e filósofos têm-se referido a esse fenômeno de discriminar indivíduos com base na sua pertença a uma espécie como especismo (Singer, 1975). Algumas pessoas têm argumentado que o especismo é uma forma de preconceito análoga ao racismo ou ao sexismo.