O multimilionário mais jovem da Grã-Bretanha ganhou sozinho a sua fortuna e vai doá-la — a pessoas que ainda não existem

Ben Delo fundou, há cinco anos, uma empresa de criptomoeda — e agora, tendo enriquecido por si mesmo, é o multimilionário mais jovem do Reino Unido.
Embora a notícia de que o multimilionário mais jovem do Reino Unido se comprometeu a doar pelo menos metade da sua fortuna seja notável por si só, o que é realmente fascinante é para onde Delo vai doar o seu dinheiro.
Este quer doar para organizações que melhoram a vida na Terra para as gerações futuras — isto é, os milhares de milhões [Br. biliões] de pessoas que ainda não existem, mas que irão existir (se não fizermos demasiadas asneiras).

Eis porque alguns laboratórios trabalham para tornar vírus mais mortíferos – e porque é que deveriam parar

Para que fique claro, o novo coronavírus, SARS-CoV-2, não é, definitivamente, um agente patogénico criado por engenharia biológica. Não foi libertado propositadamente e é provável que tenha sido o resultado de uma transmissão acidental através do contacto humano com animais selvagens, como é o caso em quase todos os surtos de doenças na história.
Mas os relatórios emergentes sobre o laboratório em Wuhan estão pela primeira vez a chamar a atenção de muitas pessoas para o facto das investigações de ganho de função acontecerem…

O homem que quer salvar a humanidade de um inverno nuclear

Denkenberger é professor assistente de engenharia mecânica na Universidade de Alaska Fairbanks, e aquilo que pensa sobre cenários apocalípticos levou-o a um projecto pessoal quixotesco: descobrir como se garante que ninguém morre à fome no seguimento de uma catástrofe natural como [uma erupção supervulcânica] ou uma catástrofe criada pelo homem, como um inverno nuclear.
[…] O mundo não tem muitos alimentos armazenados na eventualidade de um desastre em grande escala.

Estamos a fazer o suficiente para impedir a extinção humana?

A probabilidade de a humanidade se extinguir num futuro próximo é baixa — mas não é nula. E, a menos que nos preparemos de imediato, podemos acabar por fazer com que uma catástrofe à qual conseguiríamos sobreviver se torne numa que garanta a desgraça para todos nós.
Esse é o argumento principal de End Times: A Brief Guide to the End of the World [Fim dos tempos: um breve guia para o fim do mundo], um novo livro de Bryan Walsh, detalhado, aterrorizador, mas, em última análise, esperançoso.