O surfista nas Ondas do Oceano

Em “A gota no Oceano”, a primeira desta série de três postagens, vimos como é que as ações pequenas, devido ao seu fator cumulativo, geram consequências relevantes. Em seguida, “As Gotas nas Ondas no Oceano” nos mostraram que as ações pequenas também têm sua relevância aumentada em vista da sua potencialidade de, através do exemplo que dão, influenciarem a mudança de comportamento de outros agentes. Agora, em “O Surfista nas Ondas do Oceano”, o objetivo será de ir além das consequências e tentar examinar o âmbito da motivação humana para se realizar alguma mudança comportamental em vista de fazer a diferença no mundo.

Resumo da pesquisa: A experiência subjetiva do tempo

Se você já teve a infelicidade de sofrer um acidente de carro, de lutar em uma zona de guerra ou de ser atacado por um animal selvagem, talvez já esteja familiarizado com as aparentes diferenças na experiência subjetiva do tempo. Quando confrontados com circunstâncias de risco de vida, os seres humanos relatam frequentemente que o tempo parece mais lento.
Há evidências empíricas intrigantes de que indivíduos de espécies diferentes diferem em sua experiência do tempo.
Essas diferenças – se existirem – afetariam o valor moral das experiências.

Uma sala de estar, um bar e uma sala de aula: é assim que o coronavírus contagia pelo ar

O risco de contágio é mais alto em interiores, mas é possível minimizá-lo caso se usem todas as medidas disponíveis para combater a infecção devido aos aerossóis [partículas da respiração que podem permanecer suspensas no ar por horas]. Apresentamos as probabilidades de infecção nestes três cenários do quotidiano [uma sala de estar, um bar e uma sala de aula] dependendo da ventilação, das máscaras e da duração do encontro…