O homem que quer salvar a humanidade de um inverno nuclear

Denkenberger é professor assistente de engenharia mecânica na Universidade de Alaska Fairbanks, e aquilo que pensa sobre cenários apocalípticos levou-o a um projecto pessoal quixotesco: descobrir como se garante que ninguém morre à fome no seguimento de uma catástrofe natural como [uma erupção supervulcânica] ou uma catástrofe criada pelo homem, como um inverno nuclear.
[…] O mundo não tem muitos alimentos armazenados na eventualidade de um desastre em grande escala.

As Gotas nas Ondas do Oceano

Se a soma de ações individuais gera consequências grandes sentidas por todos, é necessário (ou, pelo menos, do interesse do indivíduo) mudar as ações do maior número de indivíduos possível, incluindo a dos atores desproporcionalmente grandes. A questão que se segue é como fazer isso.

A poluição do ar é muito pior do que pensávamos

Dos anos 70 até ao início do século XXI, a luta contra os combustíveis fósseis foi uma luta contra a poluição, especialmente a poluição do ar.
Nas décadas seguintes, a atenção desviou-se para o aquecimento global e os combustíveis fósseis foram maioritariamente recontextualizados como um problema climático.
As provas são, neste momento, suficientemente claras para que se possa afirmar de forma inequívoca: Valeria a pena libertarmo-nos dos combustíveis fósseis mesmo que o aquecimento global não existisse.

Quão importante será o tipo de instituição de caridade que escolhemos?

Algumas instituições de caridade são mais eficazes do que outras.
Mas quão grandes serão essas diferenças de eficácia? Quanto mais eficazes serão as instituições de caridade mais eficazes em comparação com a instituição de caridade típica? O que você acha? As instituições de caridade mais eficazes serão talvez 10% mais eficazes do que a instituição de caridade típica? Ou 50% mais eficazes? Ou três vezes mais eficazes? Ou a diferença será ainda maior?

5000 pessoas comprometeram-se a dar pelo menos 10% do seu rendimento vitalício a instituições de caridade eficazes

Hoje alcançamos um marco importante. Mais de 5000 pessoas comprometeram-se a doar pelo menos dez por cento dos seus ganhos vitalícios a instituições de caridade eficazes.
Desde a sua fundação, em Dezembro de 2009, A Giving What We Can atraiu membros de 87 países. Juntos, doamos pelo menos 195 milhões de dólares para instituições de caridade altamente eficazes em muitas áreas de causas diferentes. Esse dinheiro tem um impacto tangível na vida de muitas pessoas neste momento e ajudará muitas outras no futuro.