Estamos a fazer o suficiente para impedir a extinção humana?

A probabilidade de a humanidade se extinguir num futuro próximo é baixa — mas não é nula. E, a menos que nos preparemos de imediato, podemos acabar por fazer com que uma catástrofe à qual conseguiríamos sobreviver se torne numa que garanta a desgraça para todos nós.
Esse é o argumento principal de End Times: A Brief Guide to the End of the World [Fim dos tempos: um breve guia para o fim do mundo], um novo livro de Bryan Walsh, detalhado, aterrorizador, mas, em última análise, esperançoso.

É por isto que não conseguimos controlar a pandemia

Em Março, escrevi dois artigos sobre a pandemia emergente do coronavírus que foram lidos por muitos, “Por que se deve agir de imediato”, seguido de “O Martelo e a Dança”, que apelava para o uso de um “martelo” (medidas exigentes para parar o vírus) seguido de uma “dança” (acções inteligentes, mas menos agressivas, para evitar que a pandemia regressasse).
Todas estas acções ajudaram a abrandar a propagação do vírus. Mas, como o mundo falhou, não dançando da maneira certa, tem enfrentado ressurgimentos da pandemia. Estive a examinar os fracassos — e o que é necessário ser feito da próxima vez.

A Gota no Oceano

O tamanho das injustiças sociais do mundo costuma provocar uma atitude de descrença face ao nosso impacto. Afinal de contas, o que é que eu, uma única pessoa e nada especial, poderia fazer? A gota no oceano é a imagem evocada para representar essa impotência de ações individuais.
No que se segue vamos analisar essa questão a partir do ponto de vista do indivíduo que não é um grande agente, a fim de ter uma visão mais clara do que podemos e do que devemos fazer enquanto gotas no oceano.

O Precipício: Riscos Existenciais e o Futuro da Humanidade

Neste livro oportuno, Toby Ord defende que há uma probabilidade em seis de que a humanidade irá sofrer uma catástrofe existencial nos próximos 100 anos, e que minimizar esse risco deve ser uma das maiores prioridades a nível global. Vivemos numa época de elevado risco existencial, devido a tecnologias tão poderosas como as armas nucleares, a biotecnologia e a inteligência artificial. Ord chama a esta época “o Precipício”. É uma época insustentável: a humanidade não pode continuar a jogar à roleta russa. A menos que em breve alcancemos um nível muito mais elevado de segurança existencial, iremos destruir-nos.

Fazer Campanha Animal Eficaz: conhecimento atual e princípios orientadores

Fazer campanha animal eficaz significa maximizar o sofrimento evitado por cada dólar que gastamos. Recentemente, um relatório de avaliação da pesquisa pela Vegan Society forneceu recomendações para a criação de campanhas mais eficazes, com base em pesquisas produzidas principalmente por: Faunalytics Animal Tracker, Animal Charity Evaluators, Humane League Labs e Mercy For Animals.
Aqui está o que eles descobriram.