69 coisas que podem ser de financiamento bastante eficaz (parte 1 de 2)

Abaixo listo 69 oportunidades de financiamento bastante eficazes. Essas oportunidades de financiamento têm a capacidade de absorver uma quantidade razoável de dinheiro de forma eficaz marginalmente (na ordem de dezenas a centenas de milhares de dólares), porque mesmo que haja retornos decrescentes à medida que o financiamento aumenta, a princípio haverá retornos crescentes e retornos constantes em função da escala…

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Estar à altura da Doação Eficaz e do Cristianismo

A minha jornada para entender melhor o altruísmo começou com meu pai. Tive a sorte de aprender com ele muitos hábitos de generosidade financeira e honestidade, mas principalmente a lição de que o que nos sobra deveria ser usado para o bem maior. Naquela época, não havia Internet ou pesquisa científica significativa para ajudar as pessoas a identificar onde o dinheiro poderia, com maior probabilidade, realizar esse bem maior, mas esse sempre foi o contexto em que vi a generosidade à medida que me tornava adulto.

Isso foi aperfeiçoado ao longo da faculdade e do curso de medicina ao desenvolver a minha fé Cristã.

Como levar os ricos a fazer doações

As pessoas ricas são idiotas egoístas. E os seus filhos também.

Pelo menos essa é a implicação de uma série de estudos psicológicos recentes. Em um estudo de 2015, por exemplo, crianças em idade pré-escolar foram informadas de que haviam ganhado fichas suficientes para obter “um prêmio magnífico”. Podiam guardar as fichas para si ou compartilhar as fichas com crianças de um hospital local que estavam demasiado doentes para ir ao laboratório. As crianças de famílias mais ricas ficaram com mais fichas para si…
Por que será assim?

Poderemos ver o fim da Malária?

Laureado com um Nobel, Baruch Blumberg, outrora estimou que a malária matou metade das pessoas que existiram até hoje. Só em 2015, matou quase meio milhão de pessoas, 70 por cento das quais eram crianças. Hoje, cerca de 3,2 bilhões [Pt. 3,2 milhares de milhões] de pessoas estão, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, em risco de a contrair, a maioria das quais são crianças e mulheres grávidas.

Será realista esperar que esta doença terrivelmente resiliente acabe em breve?